CIVITAS, A CIDADE VIVA:

OU DO ESPAÇO DE INVENÇÃO DO EDUCADOR NA ESCOLA [1]

Margarete Axt[2] - LELIC/UFRGS  

 

O projeto CIVITAS – Cidades Virtuais: Tecnologias de Aprendizagem e Simulação – em desenvolvimento no LELIC – Laboratório de Estudos em Linguagem, Interação e Cognição da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul tem como principal objetivo criar e desenvolver um ambiente CIVITAS para construção de cidades virtuais por simulação baseado em interação multi-usuário e compartilhamento de conteúdos digitais. O ambiente a ser desenvolvido deve estar em consonância com uma proposta ético-políticopedagógica e de aplicação aberta a diferentes contextos educacionais e/ou de trabalho profissional cooperativo.

O projeto CIVITAS, numa primeira instância, tem aplicação nas 3ª e 4ª séries do ensino fundamental de escolas municipais da cidade de Venâncio Aires, RS, onde professores e alunos passarão a interagir cooperativamente na tomada de decisões e no planejamento da cidade virtual, bem como na definição de normas de convivência urbana em seus aspectos sócio-ambiental, histórico-cultural, ético-estético e político-econômico, gerando subsídios para reflexão crítica, tanto dos conteúdos curriculares quanto dos valores implicados, conforme proposta curricular definida pela equipe envolvida. A expectativa é de que, nos encontros em sala de aula, as crianças trabalhem conteúdos, reflexivamente, a partir de subsídios gerados pelo CIVITAS.

 

1. UM POUCO SOBRE AS EXPERIMENTAÇÕES...   

Primeiro Tempo: Pesquisa

 

Segundo Tempo: Docência

 

Terceiro Tempo: Extensão

 

2. UM POUCO SOBRE A CIDADE VIVA COMO ESPAÇO DE INVENÇÃO...   

 

3. UM POUCO DAS NOSSAS MOTIVAÇÕES TEÓRICAS...  

 

4. RESULTADOS OBTIDOS NO PROJETO CIVITAS

5. EQUIPE DE PESQUISADORES - Recursos Humanos Capacitados

 

6. ALGUMAS REFERÊNCIAS...

 

7. RELATÓRIO CIVITAS/CNPQ - JUNHO DE 2004

 

 


Webmaster e Projeto Gráfico do Relatório:

André Lapolli - alapolli@yahoo.com.br

 

Notas:

[1] Projeto CIVITAS – Cidades Virtuais: Tecnologias para Aprendizagem e Simulação, apoiado pelo Cnpq, processo nº 55.1639 / 01- 6. A equipe de pesquisadores responsável pelo projeto, sob coordenação de M. Axt, esteve composta até abril de 2004 por Dra. Rosa Maria Vicari (consultora), Dra. Carime R. Elias; Mestres Magali Longhi, Marcio Martins; doutorandos Leandro M. Andrade, Evandro Alves; os bolsistas e voluntários atuais Marcelo Laserra, Michelle Freimuller, Felipe Drago, Helena Xavier, José Francisco Annonni, Leandro Gallina, Diego Gonçalves Rodrigues; Andrei Thomaz, Lucas Guimarães, Gustavo Sander Costa, André Lapolli. Este texto é uma versão revista, e adaptada ao relatório em forma hipertextual ,do texto apresentado na ABRAPSO (PUCRS, 2003), na mesa redonda “Tecnologias digitais e modos de subjetivação” coordenada por Cleci Maraschin e composta por André Parente, Pedrinho Guareschi e Margarete Axt.

[2] Professora titular da Faculdade de Educação, UFRGS, pesquisadora nos programas de pós-graduação em Educação (PPGEDU) e em Informática na Educação (PPGIE), coordenadora do Laboratório de Estudos em Linguagem Interação e Cognição (LELIC/UFRGS). maaxt@ufrgs.br .